Gosto da redundância de ser só um espaço entre buracos de querenças absurdas.
Palavras que se traçam em cima dos depósitos estranhos das lembranças que escusas
de dizer agora que sabes que me vais querer como queres todos os dias.
Não desejo ficar aqui nem nunca como quando te vi pela primeira vez.
Desdenho-me à lembrança, auguro pela esperança de ser só mais um feto.
As plantas dizem que sentem, os buracos que nunca mentem e de lá sair é ultraje.
Quero o espaço que me dê vida, não ficar mais sem saída e o resto é o que me cale.
Não me calo outra vez se a vida se fez dura.
Se dura é e me mata porque não deixar acta para que o próximo me desminta?
Quero filhos avós e netos, desgraças cheias de insectos e ritmo de canções de amigo.
Não me lembres espaços escuros, buracos de nove parafusos e línguas que não conheço.
Eu hei-de desbobinar as i wish and as i want
if you're pleased and toutched by it please SHUT THE FUCK UP.
CALA A PUTA DA TUA BOCA SE TE CABE MELHOR ASSIM,
mas foderem-me em qualquer língua é levar um bocado de mim.
Vem-se a discussão orgásmica de lembranças e distancias parvas:
"Tenho a melhor vida do mundo"
"Tenho o melhor que a vida me deu"
"Sou feliz, sou europeu"
"Assino o protocolo de kioto"
"Sou estranho, sou absorto"
"Sou um bandalho que não se aguenta"
Não não, não haja enganos é sério
it's a serious fuckin' thing,
it's like wanting just sight in my ring
the tree that holds life in my pleasure
Não quero outra que me feche a porta.
Fossa.
quinta-feira, julho 12, 2007
quarta-feira, maio 23, 2007
Fedor.
Estúpido!
Desliga a televisão estúpido, desliga o computador.
Se já nem lês não te instruas de mais maneira alguma.
Merda que se faz de calhamaços estranhos.
Falar bem do mal que se tem agora outrora na hora de agora.
Desfaz-se a lembrança do espaço carente, entra na mente uma conversa distante:
ONDE É QUE ELA ESTÁ?
Entra na luz de querença escondida, desfaz-se do espaço o querer desmedido:
E DE ONDE VEM AQUELA VONTADE DE FODER?
Não te quero ver mais aqui, desaparece porra!
Deixa que isto seja só mais uma coisa que quando nos cruzmos se faz de acontecimentos gigante.
Os seres humanos querem-se assim, frios e inaudiveis.
Quanta delicadeza.
Rebento-me todo a cada instante.
Desliga a televisão estúpido, desliga o computador.
Se já nem lês não te instruas de mais maneira alguma.
Merda que se faz de calhamaços estranhos.
Falar bem do mal que se tem agora outrora na hora de agora.
Desfaz-se a lembrança do espaço carente, entra na mente uma conversa distante:
ONDE É QUE ELA ESTÁ?
Entra na luz de querença escondida, desfaz-se do espaço o querer desmedido:
E DE ONDE VEM AQUELA VONTADE DE FODER?
Não te quero ver mais aqui, desaparece porra!
Deixa que isto seja só mais uma coisa que quando nos cruzmos se faz de acontecimentos gigante.
Os seres humanos querem-se assim, frios e inaudiveis.
Quanta delicadeza.
Rebento-me todo a cada instante.
sexta-feira, maio 04, 2007
Relembra-me de quando tiver que tornar a lavar-te as maos.
É de intensidades desnecessárias que se redirecciona isto tudo.
Eu vejo cada vez mais fontes de incompreensões em cada esquina,
simples ultrajes podem ser gigantescas desgraças.
Não somos todos uns filhos da puta?
É outra coisa que me complica os pensamentos,
estreitar tudo a uma única coisa que se pensa sempre sem parar.
A nossa visão estreita-se de uma maneira inacreditável,
não quero nada nada nada porque quero tudo
e desligar da ficha outra vez aquilo tudo que me dão,
desta vez com drogas.
O fumo é um mal necessário,
quanto mais não seja no tubo de escape e posteriormente dentro de nós.
Politicas e leis da merda
de chatear coisas que não queremos.
A ironia de alguém ter deixado um comentário nesta merda deste blog
a dar os parabéns no único texto que não fui eu que escrevi.
Merda de ironia.
Nos tempos em que tocava em qualquer lado um amigo meu tinha uma banda
chamavam-lhe Cabrões irónicos e uma das músicas dizia:
"deus é um cabrão irónico".
Não quero blasfemar, sou temente a deus, pelo menos àquele que de vez em quando se passeia dentro de mim.
Mas um momento de pausa para reflectir.
Ok.
Adiante.
Pisca tudo, vou-me embora
dá-me lume, vou-me embora
cala tudo vou berrar, vou-me embora.
Não sei de que é feito isto
sinto-me desolado por causa de qualquer coisa.
Preciso de um comprimido qualquer,
uma substância qualquer
que me editem esta merda e eu possa ter dinheiro.
Que me façam tudo que eu quero.
Mas acho que nem nada disto faria sentido na enormidade do meu ser.
Não leio, não escrevo não canto não dou ao encanto do meu ser
não me faço, não me toco, não me desejo, não te quero no meu desejo
o que eu entrave sou.
Não escrevo porque não quero não toco porque não deixo a polémica do que há-de vir ao de mim fazer-se outro qualquer que não ambiciona desejar mais do que desejo no espaço do beijo puro que busco da morte de alguém que se foi e não se vem que não se quer mais do que se há-de querer que me há-de sempre acusar de não fazer que nunca ninguém me pára de deixar de fazer tudo aquilo que eu quero fazer porque na merda do meu ser existem coisas de se querer mais e não se ver como se vai e não se vem na puta da necessidade de querer tanto alguém Pedro Paixão que desististe de te lamentar e não és triste outros que se são como eu que se querem por tanto não me ter no céu.
Cada parte de mim podia ir e as outras ficarem.
O ser humano deseja-se ao desejo de amar
e algum amará realmente?
alguém mais que a si própio?
Eu vejo cada vez mais fontes de incompreensões em cada esquina,
simples ultrajes podem ser gigantescas desgraças.
Não somos todos uns filhos da puta?
É outra coisa que me complica os pensamentos,
estreitar tudo a uma única coisa que se pensa sempre sem parar.
A nossa visão estreita-se de uma maneira inacreditável,
não quero nada nada nada porque quero tudo
e desligar da ficha outra vez aquilo tudo que me dão,
desta vez com drogas.
O fumo é um mal necessário,
quanto mais não seja no tubo de escape e posteriormente dentro de nós.
Politicas e leis da merda
de chatear coisas que não queremos.
A ironia de alguém ter deixado um comentário nesta merda deste blog
a dar os parabéns no único texto que não fui eu que escrevi.
Merda de ironia.
Nos tempos em que tocava em qualquer lado um amigo meu tinha uma banda
chamavam-lhe Cabrões irónicos e uma das músicas dizia:
"deus é um cabrão irónico".
Não quero blasfemar, sou temente a deus, pelo menos àquele que de vez em quando se passeia dentro de mim.
Mas um momento de pausa para reflectir.
Ok.
Adiante.
Pisca tudo, vou-me embora
dá-me lume, vou-me embora
cala tudo vou berrar, vou-me embora.
Não sei de que é feito isto
sinto-me desolado por causa de qualquer coisa.
Preciso de um comprimido qualquer,
uma substância qualquer
que me editem esta merda e eu possa ter dinheiro.
Que me façam tudo que eu quero.
Mas acho que nem nada disto faria sentido na enormidade do meu ser.
Não leio, não escrevo não canto não dou ao encanto do meu ser
não me faço, não me toco, não me desejo, não te quero no meu desejo
o que eu entrave sou.
Não escrevo porque não quero não toco porque não deixo a polémica do que há-de vir ao de mim fazer-se outro qualquer que não ambiciona desejar mais do que desejo no espaço do beijo puro que busco da morte de alguém que se foi e não se vem que não se quer mais do que se há-de querer que me há-de sempre acusar de não fazer que nunca ninguém me pára de deixar de fazer tudo aquilo que eu quero fazer porque na merda do meu ser existem coisas de se querer mais e não se ver como se vai e não se vem na puta da necessidade de querer tanto alguém Pedro Paixão que desististe de te lamentar e não és triste outros que se são como eu que se querem por tanto não me ter no céu.
Cada parte de mim podia ir e as outras ficarem.
O ser humano deseja-se ao desejo de amar
e algum amará realmente?
alguém mais que a si própio?
domingo, março 25, 2007
Dançar desmembra-me os pensamentos.
Detesto tudo.
Não gosto de nada,
nem sequer de redundâncias.
Não gosto de me fazer grande se sou pequeno e GRANDE.
Gosto de dizer coisas complicadas que são no fundo um pedaço excremental que para nada serve.
Escrevo como um labrego e desejo-me a correr todos os dias para me manter em forma
porque portas abrem-se e fecham-se sem me quererem dizer onde vou.
Atar-me a um poste e torturar-me com contas matemáticas que não consigo entender.
Lembra-me isto que a praxe existe.
Era giro contar a minha experiência de praxe
haverá coisa mais inútil?
Outros espaços são momentos que não queremos para nós
queremos toda a gente à nossa beira e quando o temos não sabemos o que fazer com isso.
Prometo que não vou levantar a cabeça,
prometo mesmo!
Quero lá saber das afirmações de estilo, não vou, eu não quero!
Não gosto de nada,
nem sequer de redundâncias.
Não gosto de me fazer grande se sou pequeno e GRANDE.
Gosto de dizer coisas complicadas que são no fundo um pedaço excremental que para nada serve.
Escrevo como um labrego e desejo-me a correr todos os dias para me manter em forma
porque portas abrem-se e fecham-se sem me quererem dizer onde vou.
Atar-me a um poste e torturar-me com contas matemáticas que não consigo entender.
Lembra-me isto que a praxe existe.
Era giro contar a minha experiência de praxe
haverá coisa mais inútil?
Outros espaços são momentos que não queremos para nós
queremos toda a gente à nossa beira e quando o temos não sabemos o que fazer com isso.
Prometo que não vou levantar a cabeça,
prometo mesmo!
Quero lá saber das afirmações de estilo, não vou, eu não quero!
sábado, fevereiro 03, 2007
Dias e dias.
Há dias em que os pensamentos nos martelam,
martelam-me / nos a cabeça sem parar,
não fazem mais nada.
Estar, não estar, ir não ir não faz qualquer diferença.
Perdemo-nos nas explicações dos diálogos e na perdição de sermos qualquer coisa que não somos.
Criar é ir e respirar, cria-nos tudo e mais.
Posso sentir agora tudo sem sentir nada porque isso faz de mim um homem melhor.
Porquê ter medo de dizer amo-te quando o que se vai deixa-se no que se vem?
Há 500 factores que podia esmiuçar delicadamente
mas deixar-me à indeferença de mais um copo
produz em mim um efeito de sedução relutante.
Cala-me duas vezes e se não chegar não me cales mais.
martelam-me / nos a cabeça sem parar,
não fazem mais nada.
Estar, não estar, ir não ir não faz qualquer diferença.
Perdemo-nos nas explicações dos diálogos e na perdição de sermos qualquer coisa que não somos.
Criar é ir e respirar, cria-nos tudo e mais.
Posso sentir agora tudo sem sentir nada porque isso faz de mim um homem melhor.
Porquê ter medo de dizer amo-te quando o que se vai deixa-se no que se vem?
Há 500 factores que podia esmiuçar delicadamente
mas deixar-me à indeferença de mais um copo
produz em mim um efeito de sedução relutante.
Cala-me duas vezes e se não chegar não me cales mais.
As enormidades de um estranho.
Estar parado não é mais que isso mesmo
mas avançar é suspeito.
Não quero saber mais dos demais, só de mim.
Agora deixo que os outros pisem as entranhas de alguma coisa que respira
para mim,
respira para mim.
Não deixar que me venha outra vez algo que se foi
o que foi não deixará de ser, digas aquilo que disseres.
Áspero no sentido de cortar os retratos feitos outra vez
não me desligues a tomada porque eu vou estar sempre ligado à corrente
mesmo que o faças.
Não quero mais nada senão o que tenho de me alimentar.
Não quero que se cale mais nada.
Se sinto o que sinto é porque o sinto cá dentro.
Sinto des-sinto-o.
Não me deixes, não faças, não queiras
porque eu sou só eu.
Eu.
mas avançar é suspeito.
Não quero saber mais dos demais, só de mim.
Agora deixo que os outros pisem as entranhas de alguma coisa que respira
para mim,
respira para mim.
Não deixar que me venha outra vez algo que se foi
o que foi não deixará de ser, digas aquilo que disseres.
Áspero no sentido de cortar os retratos feitos outra vez
não me desligues a tomada porque eu vou estar sempre ligado à corrente
mesmo que o faças.
Não quero mais nada senão o que tenho de me alimentar.
Não quero que se cale mais nada.
Se sinto o que sinto é porque o sinto cá dentro.
Sinto des-sinto-o.
Não me deixes, não faças, não queiras
porque eu sou só eu.
Eu.
Sou a noite porque me chamas.
Não, admito, não faz sentido, não faz sentido ser aquilo que não se é noites e noites a fio.
Ok, é só mais um espaço e outro e outro à minha frente.
Amanhã começo a sério.
Porque não te desintegras de uma vez?
Um, dois, três, quatro, cinco,
nascem os números da vontade de horas que quero dormir.
Sou o explicador da inocência urbana
por isso não sou nada.
Não conheço a maldade, não conheço a felicidade,
não conheço a miséria e a desgraça,
não conheço alguém que me ultrapassa
e vou gritar sempre, com toda a força contra isso tudo,
porque eu não sei nada.
Vou beber até não me equilibrar e depois falar de filosofia barata com toda a gente
dizer que sou contra ao aborto porque tenho uma tendência natural para viver,
mas espera? eu afinal sou a favor.
Não interessa, bebo o suficiente para que tudo se me desculpe.
É preciso alguém que diga tudo aquilo que quer
porque ninguém fala mais de coração aberto
e o meu diz asneiras e barnaridades umas atrás das outras
Vou pesar quinze situações,
fazer dos números as minhas facções comerciais
fazer da simplicidade de conhecer alguém o medo de não ter conhecido
para não avançar mais
e para correr mais longe que alguma vez corri.
Vou-me desligar do mundo e ver televisão o dia inteiro
porque assim sei o que todos querem saber e sou o mais ligado de todos.
Detestar o que sou porque sou assim
e o mundo não é assim
e eu não sou assim
e tu não és assim, uma merda.
Ok, é só mais um espaço e outro e outro à minha frente.
Amanhã começo a sério.
Porque não te desintegras de uma vez?
Um, dois, três, quatro, cinco,
nascem os números da vontade de horas que quero dormir.
Sou o explicador da inocência urbana
por isso não sou nada.
Não conheço a maldade, não conheço a felicidade,
não conheço a miséria e a desgraça,
não conheço alguém que me ultrapassa
e vou gritar sempre, com toda a força contra isso tudo,
porque eu não sei nada.
Vou beber até não me equilibrar e depois falar de filosofia barata com toda a gente
dizer que sou contra ao aborto porque tenho uma tendência natural para viver,
mas espera? eu afinal sou a favor.
Não interessa, bebo o suficiente para que tudo se me desculpe.
É preciso alguém que diga tudo aquilo que quer
porque ninguém fala mais de coração aberto
e o meu diz asneiras e barnaridades umas atrás das outras
Vou pesar quinze situações,
fazer dos números as minhas facções comerciais
fazer da simplicidade de conhecer alguém o medo de não ter conhecido
para não avançar mais
e para correr mais longe que alguma vez corri.
Vou-me desligar do mundo e ver televisão o dia inteiro
porque assim sei o que todos querem saber e sou o mais ligado de todos.
Detestar o que sou porque sou assim
e o mundo não é assim
e eu não sou assim
e tu não és assim, uma merda.
sexta-feira, fevereiro 02, 2007
Pelas noites das noites adentro.
Foda-se. À merda!
Retalhos de mantas partidas em dois,
recantos de espaços divididos a dois
e agora a mais, mais,
à merda!
Falar para dizer apenas aquilo que não falamos
mais importante do que o que dizemos,
actos inglórios de querer mostar o melhor que há
e "à merda",
virar as costas nas alturas mais importantes mas ficar lá,
ouvir e perceber.
Nuns poucos de retalhos de mensagens subsequentes
vemos o mais que nos une em traços eloquentes
as palavras muitas vezes travam o que vai sobressair
mas sabes? as palavras também trabalham o desejo de nos ver sorrir.
Nunca desanimes amigo pois a vida tem disto, faz-nos viver.
Retalhos de mantas partidas em dois,
recantos de espaços divididos a dois
e agora a mais, mais,
à merda!
Falar para dizer apenas aquilo que não falamos
mais importante do que o que dizemos,
actos inglórios de querer mostar o melhor que há
e "à merda",
virar as costas nas alturas mais importantes mas ficar lá,
ouvir e perceber.
Nuns poucos de retalhos de mensagens subsequentes
vemos o mais que nos une em traços eloquentes
as palavras muitas vezes travam o que vai sobressair
mas sabes? as palavras também trabalham o desejo de nos ver sorrir.
Nunca desanimes amigo pois a vida tem disto, faz-nos viver.
Subscrever:
Mensagens (Atom)