Hoje não estou cansado nem farto,
não estou desolado pelo facto de alguma coisa me correr mal ou bem,
de ser grande pequeno ou ninguém,
estou aqui, a escrever sem querer pisar demais.
Hoje fui e serei o que não sou e desejo-me ao que quero e não dou,
faço-me traços de memória sã, querente do amanhã e desligo.
Não leio livros nem faço poesia,
não me desejo de esquissos nem de qualquer pornografia,
mas em alturas distintas sou eu.
Duas coisas se distinguem.
Já me mostro ao que quero menos.
Hoje o amanhã parece uma brincadeira temporal,
a minha mente que se torce faz-se cinta de estupidez.
"Tu não me mintas foda-se"
Porque é que se fala tão mal?
Qual é a necessidade verbal de no pensamento se ter mais e mais do que se quer nunca?
Até a mais dura e mais persistente mudou,
a única coisa certa a mudança, bendito Queer Eye.
O mundo está definitivamente desligado do Sr. Humano,
ele não se deseja aos ideais, não se deseja aos jornais,
quer é sempre mais e mais e mais.
Não, a mim já me partiu o pescoço em sete sitios,
porque houve quem dissesse que confiar numa mulher é como partir o pescoço.
Hoje é mais um dia em que sou eu próprio,
Graças.
terça-feira, setembro 11, 2007
quarta-feira, agosto 15, 2007
Os gritos fazem-se mais fortes quando os damos.
Olhar duas vezes ao encontro das coisas que me fazem rir
quero só saber que tudo que deixei lá ficou.
Recalcar o passado é como tornar a pisar o meu dedo grande do pé de novo.
Quero a violência só de alguns momentos para que saiba o quanto custa
chegar até aqui,
dizer-te aquilo tudo que não vi só porque não quis ver.
É um pouco absurdo pensarmos que somos detentores de alguma certeza maior que nós próprios.
Querer vida de uma forma tão desmesurada que só magoamos tudo que nos faz pensar em bem.
Precisar do mal para no tornar mais fortes,
sermos ambiguos e apenas alcoólicos estúpidos.
Precisar de mais alguma coisa para além de nós
e saber que no fundo nós temos tudo.
Enrolar ocasiões, criar desilusões partidas,
propositadamente.
Não ir mais fazer o absurdo de não se ter
não deixar mais o que se faz para não crescer.
Estou cansado de brincar aos adultos.
quero só saber que tudo que deixei lá ficou.
Recalcar o passado é como tornar a pisar o meu dedo grande do pé de novo.
Quero a violência só de alguns momentos para que saiba o quanto custa
chegar até aqui,
dizer-te aquilo tudo que não vi só porque não quis ver.
É um pouco absurdo pensarmos que somos detentores de alguma certeza maior que nós próprios.
Querer vida de uma forma tão desmesurada que só magoamos tudo que nos faz pensar em bem.
Precisar do mal para no tornar mais fortes,
sermos ambiguos e apenas alcoólicos estúpidos.
Precisar de mais alguma coisa para além de nós
e saber que no fundo nós temos tudo.
Enrolar ocasiões, criar desilusões partidas,
propositadamente.
Não ir mais fazer o absurdo de não se ter
não deixar mais o que se faz para não crescer.
Estou cansado de brincar aos adultos.
sábado, agosto 11, 2007
A loiça caiu e partiu-se tudo.
Diz-se por aí que são muitas as armas usadas para partir tijolo.
Comprimidos, drogas, sintéticos estranhos que se colam entre alguma coisa,
não digo que seja parte da nobreza do requerente mas é algo que se desliga e se faz corpo e mente.
Vim de dizer duzentas coisas que não queria,
ser mais e menos de tudo que nunca fui e desejar-me aos brados do céu mais escuro.
Não gosto do que fui nem do que poderei ser,
estou aprender a gostar do que sou
e ser mais do que alguém é não existe nem por sermos nós próprios.
Ela foi-se embora
saiu do carro e foi-se embora.
Ainda não a voltei a ver.
Também ainda é cedo
não era suposto.
Desligue-se o mundo do mundo do mundo do mundo de nós
e vamos ser aqueles todos que vimos no outro lado.
Vamos ser perfeitos e fazer tudo como se vê na TV.
Não tem problema algum ser aluno de um ignorante,
não é mais que sermos aquilo que queremos ser,
aprendendo aquilo que queremos aprender.
Ir ao âmago da questão:
detesto esta merda!
Comprimidos, drogas, sintéticos estranhos que se colam entre alguma coisa,
não digo que seja parte da nobreza do requerente mas é algo que se desliga e se faz corpo e mente.
Vim de dizer duzentas coisas que não queria,
ser mais e menos de tudo que nunca fui e desejar-me aos brados do céu mais escuro.
Não gosto do que fui nem do que poderei ser,
estou aprender a gostar do que sou
e ser mais do que alguém é não existe nem por sermos nós próprios.
Ela foi-se embora
saiu do carro e foi-se embora.
Ainda não a voltei a ver.
Também ainda é cedo
não era suposto.
Desligue-se o mundo do mundo do mundo do mundo de nós
e vamos ser aqueles todos que vimos no outro lado.
Vamos ser perfeitos e fazer tudo como se vê na TV.
Não tem problema algum ser aluno de um ignorante,
não é mais que sermos aquilo que queremos ser,
aprendendo aquilo que queremos aprender.
Ir ao âmago da questão:
detesto esta merda!
segunda-feira, julho 30, 2007
Pela estrada abaixo descobri que afinal também me observavam.
Podias ter dito que nada era mais importante que seres aquilo que és em todas as alturas e podíamos ter discutido o tempo tempo acerca de coisas que só interessam quando queremos à força usar algo que nos puxe para cima porque só queremos ser puxados para cima, mas não. Comunicamos de quase todas as maneiras que poderíamos e eu disse para mim que queria tudo e afinal não queria nada mas que queria ser qualquer coisa que sei que a maior parte das vezes não sou.
Faz-te árvore e respira dentro da terra que te conhece
ou deixa que as asas sejam aquilo que te leva a sitios diferentes.
De qualquer das maneiras as lágrimas chegaram a cair
isso não pode ser menosprezado.
Tenho problemas em dormir, acho que não é insónia
mas adoptei uma nova doença porque lhe gostei do nome:
hipocondríase.
Talvez se lhe adicionasse mais alguma coisa parecesse mais grave,
hmmmm...
hipocondríase pleonástica... foda-se.
Não,
nunca me interessou coisa nenhuma
a não ser as coisas que me interessaram.
Queres outra?
"Outro pastel de nata para mim por favor"
Ele que se diga maior um bocado
maior que qualquer coisa que algum dia tenha visto
que olhe para as torres gémeas e pense:
"Sim, eu já fui um destroço maior que este"
Que venham eles todos tentar destroçar-me mais que eu nunca serei um destroço maior que este,
já fui em tempos, não agora.
Quantas coisas queres ter dentro da tua mão?
Quantos devaneios precisas para acreditares que é isso que vais fazer?
Crescer é em que sentido?
Mudar é para o quê?
Diz-te que te fazes e te vais querer ser amanhã
quando acordares
quando quiseres
quando disseres e falares
gritar é a opção do que se fizer outra vez para mim
eu prefiro não parar o berro contínuo até ficar sem voz
quando essa se gastar compro outro
o mundo é assim.
Faz-te árvore e respira dentro da terra que te conhece
ou deixa que as asas sejam aquilo que te leva a sitios diferentes.
De qualquer das maneiras as lágrimas chegaram a cair
isso não pode ser menosprezado.
Tenho problemas em dormir, acho que não é insónia
mas adoptei uma nova doença porque lhe gostei do nome:
hipocondríase.
Talvez se lhe adicionasse mais alguma coisa parecesse mais grave,
hmmmm...
hipocondríase pleonástica... foda-se.
Não,
nunca me interessou coisa nenhuma
a não ser as coisas que me interessaram.
Queres outra?
"Outro pastel de nata para mim por favor"
Ele que se diga maior um bocado
maior que qualquer coisa que algum dia tenha visto
que olhe para as torres gémeas e pense:
"Sim, eu já fui um destroço maior que este"
Que venham eles todos tentar destroçar-me mais que eu nunca serei um destroço maior que este,
já fui em tempos, não agora.
Quantas coisas queres ter dentro da tua mão?
Quantos devaneios precisas para acreditares que é isso que vais fazer?
Crescer é em que sentido?
Mudar é para o quê?
Diz-te que te fazes e te vais querer ser amanhã
quando acordares
quando quiseres
quando disseres e falares
gritar é a opção do que se fizer outra vez para mim
eu prefiro não parar o berro contínuo até ficar sem voz
quando essa se gastar compro outro
o mundo é assim.
segunda-feira, julho 16, 2007
Ultras de sempre, vamos por agora.
Há coisas e mais coisas que se podem dizer.
Fazer rostos de paixão parecerem outras coisas mais para além de problemas.
Os beijos de ultraje multiplicam-se porque é do instinto que se alimenta orfãos.
Não digas que contrariar é mais que ter porque ficar vai-se com tudo que nunca quisemos.
As situações multiplicam-se, o ar rarefaz-se.
Não te mintas, por tudo, não te mintas.
Vou andar na estrada durante dois dias,
não quero sequer dormir,
vai ser até que o meu corpo me insulte de tudo quanto não me quer a fazer,
não te mintas
vou querer tudo o que quero outra vez porque o que quero sempre quis de novo.
É melhor assim, cruzado e confuso, se um dia percebo o que realmente é talvez caia abaixo do altar.
Sim.
Sim.
Tenho coisas dentro de mim que não deveria estar,
defeitos de fabricação estranha.
Ficar em casa, a fazer coisas. Nada.
Ver filmes outra vez por nada,
dizer que está tudo bem quando não está nada
estar tudo óptimo e protagonizar o maior drama que tiver na minha mente.
Quero tudo e não quero nada
drama da humanidade.
Se estamos bem na companhia de alguém podemos sempre acrescentar mais.
Mantê-lo simples é a solução da descomplicação
mas somos por norma um ser complicado
que usa uma percentagem infima do cérebro,
que sonha e processa as coisas realmente importantes pelo subconsciente,
isto não diz nada?
Tenho 8 anos, aprendi agora a escrever
gosto de rock n' roll e a minhar vida é esperar até morrer.
Fazer rostos de paixão parecerem outras coisas mais para além de problemas.
Os beijos de ultraje multiplicam-se porque é do instinto que se alimenta orfãos.
Não digas que contrariar é mais que ter porque ficar vai-se com tudo que nunca quisemos.
As situações multiplicam-se, o ar rarefaz-se.
Não te mintas, por tudo, não te mintas.
Vou andar na estrada durante dois dias,
não quero sequer dormir,
vai ser até que o meu corpo me insulte de tudo quanto não me quer a fazer,
não te mintas
vou querer tudo o que quero outra vez porque o que quero sempre quis de novo.
É melhor assim, cruzado e confuso, se um dia percebo o que realmente é talvez caia abaixo do altar.
Sim.
Sim.
Tenho coisas dentro de mim que não deveria estar,
defeitos de fabricação estranha.
Ficar em casa, a fazer coisas. Nada.
Ver filmes outra vez por nada,
dizer que está tudo bem quando não está nada
estar tudo óptimo e protagonizar o maior drama que tiver na minha mente.
Quero tudo e não quero nada
drama da humanidade.
Se estamos bem na companhia de alguém podemos sempre acrescentar mais.
Mantê-lo simples é a solução da descomplicação
mas somos por norma um ser complicado
que usa uma percentagem infima do cérebro,
que sonha e processa as coisas realmente importantes pelo subconsciente,
isto não diz nada?
Tenho 8 anos, aprendi agora a escrever
gosto de rock n' roll e a minhar vida é esperar até morrer.
quinta-feira, julho 12, 2007
Durante meses fui aquilo que sou sempre.
Gosto da redundância de ser só um espaço entre buracos de querenças absurdas.
Palavras que se traçam em cima dos depósitos estranhos das lembranças que escusas
de dizer agora que sabes que me vais querer como queres todos os dias.
Não desejo ficar aqui nem nunca como quando te vi pela primeira vez.
Desdenho-me à lembrança, auguro pela esperança de ser só mais um feto.
As plantas dizem que sentem, os buracos que nunca mentem e de lá sair é ultraje.
Quero o espaço que me dê vida, não ficar mais sem saída e o resto é o que me cale.
Não me calo outra vez se a vida se fez dura.
Se dura é e me mata porque não deixar acta para que o próximo me desminta?
Quero filhos avós e netos, desgraças cheias de insectos e ritmo de canções de amigo.
Não me lembres espaços escuros, buracos de nove parafusos e línguas que não conheço.
Eu hei-de desbobinar as i wish and as i want
if you're pleased and toutched by it please SHUT THE FUCK UP.
CALA A PUTA DA TUA BOCA SE TE CABE MELHOR ASSIM,
mas foderem-me em qualquer língua é levar um bocado de mim.
Vem-se a discussão orgásmica de lembranças e distancias parvas:
"Tenho a melhor vida do mundo"
"Tenho o melhor que a vida me deu"
"Sou feliz, sou europeu"
"Assino o protocolo de kioto"
"Sou estranho, sou absorto"
"Sou um bandalho que não se aguenta"
Não não, não haja enganos é sério
it's a serious fuckin' thing,
it's like wanting just sight in my ring
the tree that holds life in my pleasure
Não quero outra que me feche a porta.
Fossa.
Palavras que se traçam em cima dos depósitos estranhos das lembranças que escusas
de dizer agora que sabes que me vais querer como queres todos os dias.
Não desejo ficar aqui nem nunca como quando te vi pela primeira vez.
Desdenho-me à lembrança, auguro pela esperança de ser só mais um feto.
As plantas dizem que sentem, os buracos que nunca mentem e de lá sair é ultraje.
Quero o espaço que me dê vida, não ficar mais sem saída e o resto é o que me cale.
Não me calo outra vez se a vida se fez dura.
Se dura é e me mata porque não deixar acta para que o próximo me desminta?
Quero filhos avós e netos, desgraças cheias de insectos e ritmo de canções de amigo.
Não me lembres espaços escuros, buracos de nove parafusos e línguas que não conheço.
Eu hei-de desbobinar as i wish and as i want
if you're pleased and toutched by it please SHUT THE FUCK UP.
CALA A PUTA DA TUA BOCA SE TE CABE MELHOR ASSIM,
mas foderem-me em qualquer língua é levar um bocado de mim.
Vem-se a discussão orgásmica de lembranças e distancias parvas:
"Tenho a melhor vida do mundo"
"Tenho o melhor que a vida me deu"
"Sou feliz, sou europeu"
"Assino o protocolo de kioto"
"Sou estranho, sou absorto"
"Sou um bandalho que não se aguenta"
Não não, não haja enganos é sério
it's a serious fuckin' thing,
it's like wanting just sight in my ring
the tree that holds life in my pleasure
Não quero outra que me feche a porta.
Fossa.
quarta-feira, maio 23, 2007
Fedor.
Estúpido!
Desliga a televisão estúpido, desliga o computador.
Se já nem lês não te instruas de mais maneira alguma.
Merda que se faz de calhamaços estranhos.
Falar bem do mal que se tem agora outrora na hora de agora.
Desfaz-se a lembrança do espaço carente, entra na mente uma conversa distante:
ONDE É QUE ELA ESTÁ?
Entra na luz de querença escondida, desfaz-se do espaço o querer desmedido:
E DE ONDE VEM AQUELA VONTADE DE FODER?
Não te quero ver mais aqui, desaparece porra!
Deixa que isto seja só mais uma coisa que quando nos cruzmos se faz de acontecimentos gigante.
Os seres humanos querem-se assim, frios e inaudiveis.
Quanta delicadeza.
Rebento-me todo a cada instante.
Desliga a televisão estúpido, desliga o computador.
Se já nem lês não te instruas de mais maneira alguma.
Merda que se faz de calhamaços estranhos.
Falar bem do mal que se tem agora outrora na hora de agora.
Desfaz-se a lembrança do espaço carente, entra na mente uma conversa distante:
ONDE É QUE ELA ESTÁ?
Entra na luz de querença escondida, desfaz-se do espaço o querer desmedido:
E DE ONDE VEM AQUELA VONTADE DE FODER?
Não te quero ver mais aqui, desaparece porra!
Deixa que isto seja só mais uma coisa que quando nos cruzmos se faz de acontecimentos gigante.
Os seres humanos querem-se assim, frios e inaudiveis.
Quanta delicadeza.
Rebento-me todo a cada instante.
sexta-feira, maio 04, 2007
Relembra-me de quando tiver que tornar a lavar-te as maos.
É de intensidades desnecessárias que se redirecciona isto tudo.
Eu vejo cada vez mais fontes de incompreensões em cada esquina,
simples ultrajes podem ser gigantescas desgraças.
Não somos todos uns filhos da puta?
É outra coisa que me complica os pensamentos,
estreitar tudo a uma única coisa que se pensa sempre sem parar.
A nossa visão estreita-se de uma maneira inacreditável,
não quero nada nada nada porque quero tudo
e desligar da ficha outra vez aquilo tudo que me dão,
desta vez com drogas.
O fumo é um mal necessário,
quanto mais não seja no tubo de escape e posteriormente dentro de nós.
Politicas e leis da merda
de chatear coisas que não queremos.
A ironia de alguém ter deixado um comentário nesta merda deste blog
a dar os parabéns no único texto que não fui eu que escrevi.
Merda de ironia.
Nos tempos em que tocava em qualquer lado um amigo meu tinha uma banda
chamavam-lhe Cabrões irónicos e uma das músicas dizia:
"deus é um cabrão irónico".
Não quero blasfemar, sou temente a deus, pelo menos àquele que de vez em quando se passeia dentro de mim.
Mas um momento de pausa para reflectir.
Ok.
Adiante.
Pisca tudo, vou-me embora
dá-me lume, vou-me embora
cala tudo vou berrar, vou-me embora.
Não sei de que é feito isto
sinto-me desolado por causa de qualquer coisa.
Preciso de um comprimido qualquer,
uma substância qualquer
que me editem esta merda e eu possa ter dinheiro.
Que me façam tudo que eu quero.
Mas acho que nem nada disto faria sentido na enormidade do meu ser.
Não leio, não escrevo não canto não dou ao encanto do meu ser
não me faço, não me toco, não me desejo, não te quero no meu desejo
o que eu entrave sou.
Não escrevo porque não quero não toco porque não deixo a polémica do que há-de vir ao de mim fazer-se outro qualquer que não ambiciona desejar mais do que desejo no espaço do beijo puro que busco da morte de alguém que se foi e não se vem que não se quer mais do que se há-de querer que me há-de sempre acusar de não fazer que nunca ninguém me pára de deixar de fazer tudo aquilo que eu quero fazer porque na merda do meu ser existem coisas de se querer mais e não se ver como se vai e não se vem na puta da necessidade de querer tanto alguém Pedro Paixão que desististe de te lamentar e não és triste outros que se são como eu que se querem por tanto não me ter no céu.
Cada parte de mim podia ir e as outras ficarem.
O ser humano deseja-se ao desejo de amar
e algum amará realmente?
alguém mais que a si própio?
Eu vejo cada vez mais fontes de incompreensões em cada esquina,
simples ultrajes podem ser gigantescas desgraças.
Não somos todos uns filhos da puta?
É outra coisa que me complica os pensamentos,
estreitar tudo a uma única coisa que se pensa sempre sem parar.
A nossa visão estreita-se de uma maneira inacreditável,
não quero nada nada nada porque quero tudo
e desligar da ficha outra vez aquilo tudo que me dão,
desta vez com drogas.
O fumo é um mal necessário,
quanto mais não seja no tubo de escape e posteriormente dentro de nós.
Politicas e leis da merda
de chatear coisas que não queremos.
A ironia de alguém ter deixado um comentário nesta merda deste blog
a dar os parabéns no único texto que não fui eu que escrevi.
Merda de ironia.
Nos tempos em que tocava em qualquer lado um amigo meu tinha uma banda
chamavam-lhe Cabrões irónicos e uma das músicas dizia:
"deus é um cabrão irónico".
Não quero blasfemar, sou temente a deus, pelo menos àquele que de vez em quando se passeia dentro de mim.
Mas um momento de pausa para reflectir.
Ok.
Adiante.
Pisca tudo, vou-me embora
dá-me lume, vou-me embora
cala tudo vou berrar, vou-me embora.
Não sei de que é feito isto
sinto-me desolado por causa de qualquer coisa.
Preciso de um comprimido qualquer,
uma substância qualquer
que me editem esta merda e eu possa ter dinheiro.
Que me façam tudo que eu quero.
Mas acho que nem nada disto faria sentido na enormidade do meu ser.
Não leio, não escrevo não canto não dou ao encanto do meu ser
não me faço, não me toco, não me desejo, não te quero no meu desejo
o que eu entrave sou.
Não escrevo porque não quero não toco porque não deixo a polémica do que há-de vir ao de mim fazer-se outro qualquer que não ambiciona desejar mais do que desejo no espaço do beijo puro que busco da morte de alguém que se foi e não se vem que não se quer mais do que se há-de querer que me há-de sempre acusar de não fazer que nunca ninguém me pára de deixar de fazer tudo aquilo que eu quero fazer porque na merda do meu ser existem coisas de se querer mais e não se ver como se vai e não se vem na puta da necessidade de querer tanto alguém Pedro Paixão que desististe de te lamentar e não és triste outros que se são como eu que se querem por tanto não me ter no céu.
Cada parte de mim podia ir e as outras ficarem.
O ser humano deseja-se ao desejo de amar
e algum amará realmente?
alguém mais que a si própio?
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