Já não tenho muita noção se repito os títulos ou as palavras,
ou as situações ou as metáforas.
Se me repito instantaneamente ou de forma desgastada,
se me sou dado ou de alguma forma destrova a desenfreada
de mais coisas que se desmoronam na catástrofe do que sou.
Já não sei se sou o espelho de alguma coisa,
o parasita de algum retalho
se me faço mais em cada bodega
de não me querer em coisa nenhuma.
Não sei se desejo quanto foste do que tive
se me quero repetido e pobre
sem nada e de nada nobre
da vida que nunca disse.
Já sei que digo sempre a mesma coisa
que sou o gajo que parte metade da loiça
só por querer que o egoísmo vença.
Que a minha parte nunca é cumprida
que te dou mais valor que à vida
e que me fazer nunca te cabe só a ti.
Sou estranho e indeciso
remeto-me sempre ao improviso.
Detesto aquela lição chata
sou mendigo armado em magnata
e nunca serei melhor que tu.
segunda-feira, outubro 08, 2007
quarta-feira, outubro 03, 2007
Outras são as mesmas.
É um pouco a mania do ciclo que se arredonda na minha cabeça,
das noites que se passam sem se querer dormir,
não por não se conseguir
mas por não se querer.
Não estamos bem em lado nenhum nem com ninguém,
conversamos e encolhemos às evidências das descrições mais rocambulescas.
Ter alguma coisa pode ser o mesmo que não ter nada,
ter uma relação pode ser o mesmo que ter muitas ou não ter nenhuma,
é uma simples obsessão, chata e aborrecida,
obsesão de estar constantemente a criar um problema inexistente.
E os que existem?
Os que existem são demais para serem tratados.
DIgo, é mais fácil achar que não tenho nada
pois não há pânico maior do que:
"e que mais haverá para fazer agora?"
Repare-se em quantas vezes vamos e vimos daquilo que queremos?
Quantas vezes no vamos e quantas vezes nos vimos?
Quantas relações? Quantas situações?
Vamos pensar que não aproveitamos nem metade,
que não queremos nem que se deseje à vontade.
Não interessa, nada disso interessa enquanto não me disseres que o amor não existe
e mesmo que digas eu não vou acreditar.
É daqui que vem o ciclo, do querer, da ignorância,
do despotismo. Não!
Vais dizer algum dia? Pelo menos outra vez?
Diz-lhe! Diz ao psiquiatra que foste tu que me deixaste doente,
diz-lhe que eu sempre fui assim,
diz-lhe que todos os dias te pergunto a mesma coisa.
Se não quiseres dizer ao meu diz então ao teu!
É trendy ir ao terapeuta,
todos queremos estar em Nova Iorque em alguma altura,
todos queremos ser outra coisa diferente em todas as alturas,
mas nós somos qualquer coisa que nem sequer percebemos,
de uma grandeza igualável ao mais supremo de tudo que se possa imaginar,
estamos como o Bill Gates está para a Microsoft.
À merda com isto sabes?
Foda-se, se te deixasses de coisas
para aqui a pairar.
Olha, olha, olha: não adianta, está tudo bem.
das noites que se passam sem se querer dormir,
não por não se conseguir
mas por não se querer.
Não estamos bem em lado nenhum nem com ninguém,
conversamos e encolhemos às evidências das descrições mais rocambulescas.
Ter alguma coisa pode ser o mesmo que não ter nada,
ter uma relação pode ser o mesmo que ter muitas ou não ter nenhuma,
é uma simples obsessão, chata e aborrecida,
obsesão de estar constantemente a criar um problema inexistente.
E os que existem?
Os que existem são demais para serem tratados.
DIgo, é mais fácil achar que não tenho nada
pois não há pânico maior do que:
"e que mais haverá para fazer agora?"
Repare-se em quantas vezes vamos e vimos daquilo que queremos?
Quantas vezes no vamos e quantas vezes nos vimos?
Quantas relações? Quantas situações?
Vamos pensar que não aproveitamos nem metade,
que não queremos nem que se deseje à vontade.
Não interessa, nada disso interessa enquanto não me disseres que o amor não existe
e mesmo que digas eu não vou acreditar.
É daqui que vem o ciclo, do querer, da ignorância,
do despotismo. Não!
Vais dizer algum dia? Pelo menos outra vez?
Diz-lhe! Diz ao psiquiatra que foste tu que me deixaste doente,
diz-lhe que eu sempre fui assim,
diz-lhe que todos os dias te pergunto a mesma coisa.
Se não quiseres dizer ao meu diz então ao teu!
É trendy ir ao terapeuta,
todos queremos estar em Nova Iorque em alguma altura,
todos queremos ser outra coisa diferente em todas as alturas,
mas nós somos qualquer coisa que nem sequer percebemos,
de uma grandeza igualável ao mais supremo de tudo que se possa imaginar,
estamos como o Bill Gates está para a Microsoft.
À merda com isto sabes?
Foda-se, se te deixasses de coisas
para aqui a pairar.
Olha, olha, olha: não adianta, está tudo bem.
domingo, setembro 30, 2007
Pode-se falar de tudo a qualquer hora.
Não sei ao certo.
É demasiado cedo para poder saber o que me quer.
Não sei ao certo, ok, não sei mesmo,
é demasiado cedo, ainda nem amanheceu.
Não me deixas dormir.
Não quero outra vez, não, não me deixes dormir.
Sou demasiado ambicioso e supérfulo para continuar.
Não, deixa-me em paz, não quero mais ver o que escrevi.
Não gosto de nada, de ninguém e falo mal com toda a gente.
Não me faças querer outra vez,
não me faço ter medo de tudo a qualquer altura,
faço.
Não vou desenhar espaços, mais espaços não.
"Num cinema perto de si."
Uma só, uma só que me decifre e me leve a textura desta escrita que me confunde,
uma só.
"Para mais tarde recordar."
Duzentas doenças podem atingir-me e tirar tudo num ápice.
Não, não e não.
Hoje não vou sair, nem amanhã, nem depois, nem...
ok, vou agora a qualquer lado apanhar ar que isto não está nada bem.
É demasiado cedo para poder saber o que me quer.
Não sei ao certo, ok, não sei mesmo,
é demasiado cedo, ainda nem amanheceu.
Não me deixas dormir.
Não quero outra vez, não, não me deixes dormir.
Sou demasiado ambicioso e supérfulo para continuar.
Não, deixa-me em paz, não quero mais ver o que escrevi.
Não gosto de nada, de ninguém e falo mal com toda a gente.
Não me faças querer outra vez,
não me faço ter medo de tudo a qualquer altura,
faço.
Não vou desenhar espaços, mais espaços não.
"Num cinema perto de si."
Uma só, uma só que me decifre e me leve a textura desta escrita que me confunde,
uma só.
"Para mais tarde recordar."
Duzentas doenças podem atingir-me e tirar tudo num ápice.
Não, não e não.
Hoje não vou sair, nem amanhã, nem depois, nem...
ok, vou agora a qualquer lado apanhar ar que isto não está nada bem.
sábado, setembro 29, 2007
Diz-me do que são feitas as coisas.
Eu posso escrever hoje,
perguntar-te quantos são os que vieram depois de mim,
quantos deles te fizeram sentir mais do que eu te fiz sentir,
tentar saber quais são as coisas que ainda hoje te fazem pensar,
quais os desejos que ainda te fazem querer voltar.
Mas de nada adianta, não adianta recortar as ilusões para a construção esquemática do futuro,
para a ilusão colectiva dos desejos que foram, não dos que são.
Se nos partirmos em 20 bocados e depois nos quisermos noutro sitio
deixamos que se torne mais dificil a nossa reafirmação de nós.
Pleonásticamente falando desejo-me mais do que te desejo a ti.
Objectivamente falando sou egoísta e queixo-me disso.
Não me canso de me rever no espelho trinta vezes sem acreditar que não sou o que queria, mas sim o que quero.
Não fará mais sentido desejar-te se não vieres, mas eu ainda hei-de esperar alguém.
Não estou a falar nem de ti nem de ti, nem de ninguém que me consiga ler,
porque se um dia me conseguires ler eu hei-de ser tudo menos isso.
perguntar-te quantos são os que vieram depois de mim,
quantos deles te fizeram sentir mais do que eu te fiz sentir,
tentar saber quais são as coisas que ainda hoje te fazem pensar,
quais os desejos que ainda te fazem querer voltar.
Mas de nada adianta, não adianta recortar as ilusões para a construção esquemática do futuro,
para a ilusão colectiva dos desejos que foram, não dos que são.
Se nos partirmos em 20 bocados e depois nos quisermos noutro sitio
deixamos que se torne mais dificil a nossa reafirmação de nós.
Pleonásticamente falando desejo-me mais do que te desejo a ti.
Objectivamente falando sou egoísta e queixo-me disso.
Não me canso de me rever no espelho trinta vezes sem acreditar que não sou o que queria, mas sim o que quero.
Não fará mais sentido desejar-te se não vieres, mas eu ainda hei-de esperar alguém.
Não estou a falar nem de ti nem de ti, nem de ninguém que me consiga ler,
porque se um dia me conseguires ler eu hei-de ser tudo menos isso.
terça-feira, setembro 25, 2007
Desloca-se o ar. Em que direcção?
Depois de se pensar que realmente estamos fartos de brincar a fazer com que se veja,
depois de não querer mais algo que realmente queria mas não quero nem que o seja,
desmembra-me a cabeça, raia-me os olhos, permite-me a lembrança
mas do espaço isto apenas que esmoreça.
Cansado de brincar e fazer, de querer e ser sou o revitalizado do outrora comer.
Não me dizem mais nada do que é, atormentam-me se o for realmente e desligam-se sempre de quase tudo.
As lembranças são arrastos cinemáticos de poder querer outra vez.
Não adianta iludires-te, são isso mesmo.
Não me vou calar mais uma vez porque não me calei vez nenhuma,
mas os meus olhos estão mais cansados.
Doze bonés que se levantam, trinta cantigas que se encantam,
tiramos o boné aos que se levantam e erguem vitoriosos.
Falar da contorção do meu coração era quase como torce-lo mais do que ele quer.
Hoje vi 13 filmes com 13 mulheres que me contaram 13 histórias.
Tudo isto por acreditar que o 13 dá sorte,
13 mentiras são como 13 vezes em que abrimos a boca para falar,
por essência somos 13 mentirosos, esquizofrénicos mentirosos.
Bom, as crenças desde sempre nos fizeram ser mais seguros de nós mesmos,
até quando nos irritamos profundamente e sabemos que a única opção é desatar aos gritos ou partir a boca a alguém, aí entra uma qualquer crença em acção, sempre regida pelo seu maior mandante, o medo.
Não importa quanto irei escrever hoje, hoje é só para isto, para o descarregar de tudo aquilo que não sei dizer nunca mesmo quando quero dizer alguma coisa.
Apetece que seja mais apetência do ser mais apetitosos e largo que se faz vontade de não mais querer o que mais eu hei-de querer a minha vida toda porque sem nunca me desejar desejo-te mais do que algum dia poderia pensar. A ti e a ti e a ti e a ti e a ti e a ti e a ti e a ti e a ti... Ok, é bastante simples, veja-se o anúncio, basta não jogar à roleta russa.
O homem caiu da cadeira, não houve nem um som sequer, só o dele a cair da cadeira, ninguém acudiu.
Falei toda a noite, discuti algumas vezes, faço-me pior todos os dias porque tou a crescer, brinco aos adultos e detesto as infantilidades e estou cansado de brincar aos adultos.
Re-deseje-se-o-que-se-desejou-alguma-vez.
depois de não querer mais algo que realmente queria mas não quero nem que o seja,
desmembra-me a cabeça, raia-me os olhos, permite-me a lembrança
mas do espaço isto apenas que esmoreça.
Cansado de brincar e fazer, de querer e ser sou o revitalizado do outrora comer.
Não me dizem mais nada do que é, atormentam-me se o for realmente e desligam-se sempre de quase tudo.
As lembranças são arrastos cinemáticos de poder querer outra vez.
Não adianta iludires-te, são isso mesmo.
Não me vou calar mais uma vez porque não me calei vez nenhuma,
mas os meus olhos estão mais cansados.
Doze bonés que se levantam, trinta cantigas que se encantam,
tiramos o boné aos que se levantam e erguem vitoriosos.
Falar da contorção do meu coração era quase como torce-lo mais do que ele quer.
Hoje vi 13 filmes com 13 mulheres que me contaram 13 histórias.
Tudo isto por acreditar que o 13 dá sorte,
13 mentiras são como 13 vezes em que abrimos a boca para falar,
por essência somos 13 mentirosos, esquizofrénicos mentirosos.
Bom, as crenças desde sempre nos fizeram ser mais seguros de nós mesmos,
até quando nos irritamos profundamente e sabemos que a única opção é desatar aos gritos ou partir a boca a alguém, aí entra uma qualquer crença em acção, sempre regida pelo seu maior mandante, o medo.
Não importa quanto irei escrever hoje, hoje é só para isto, para o descarregar de tudo aquilo que não sei dizer nunca mesmo quando quero dizer alguma coisa.
Apetece que seja mais apetência do ser mais apetitosos e largo que se faz vontade de não mais querer o que mais eu hei-de querer a minha vida toda porque sem nunca me desejar desejo-te mais do que algum dia poderia pensar. A ti e a ti e a ti e a ti e a ti e a ti e a ti e a ti e a ti... Ok, é bastante simples, veja-se o anúncio, basta não jogar à roleta russa.
O homem caiu da cadeira, não houve nem um som sequer, só o dele a cair da cadeira, ninguém acudiu.
Falei toda a noite, discuti algumas vezes, faço-me pior todos os dias porque tou a crescer, brinco aos adultos e detesto as infantilidades e estou cansado de brincar aos adultos.
Re-deseje-se-o-que-se-desejou-alguma-vez.
terça-feira, setembro 11, 2007
No regresso temos mais tempo para pensar.
Hoje não estou cansado nem farto,
não estou desolado pelo facto de alguma coisa me correr mal ou bem,
de ser grande pequeno ou ninguém,
estou aqui, a escrever sem querer pisar demais.
Hoje fui e serei o que não sou e desejo-me ao que quero e não dou,
faço-me traços de memória sã, querente do amanhã e desligo.
Não leio livros nem faço poesia,
não me desejo de esquissos nem de qualquer pornografia,
mas em alturas distintas sou eu.
Duas coisas se distinguem.
Já me mostro ao que quero menos.
Hoje o amanhã parece uma brincadeira temporal,
a minha mente que se torce faz-se cinta de estupidez.
"Tu não me mintas foda-se"
Porque é que se fala tão mal?
Qual é a necessidade verbal de no pensamento se ter mais e mais do que se quer nunca?
Até a mais dura e mais persistente mudou,
a única coisa certa a mudança, bendito Queer Eye.
O mundo está definitivamente desligado do Sr. Humano,
ele não se deseja aos ideais, não se deseja aos jornais,
quer é sempre mais e mais e mais.
Não, a mim já me partiu o pescoço em sete sitios,
porque houve quem dissesse que confiar numa mulher é como partir o pescoço.
Hoje é mais um dia em que sou eu próprio,
Graças.
não estou desolado pelo facto de alguma coisa me correr mal ou bem,
de ser grande pequeno ou ninguém,
estou aqui, a escrever sem querer pisar demais.
Hoje fui e serei o que não sou e desejo-me ao que quero e não dou,
faço-me traços de memória sã, querente do amanhã e desligo.
Não leio livros nem faço poesia,
não me desejo de esquissos nem de qualquer pornografia,
mas em alturas distintas sou eu.
Duas coisas se distinguem.
Já me mostro ao que quero menos.
Hoje o amanhã parece uma brincadeira temporal,
a minha mente que se torce faz-se cinta de estupidez.
"Tu não me mintas foda-se"
Porque é que se fala tão mal?
Qual é a necessidade verbal de no pensamento se ter mais e mais do que se quer nunca?
Até a mais dura e mais persistente mudou,
a única coisa certa a mudança, bendito Queer Eye.
O mundo está definitivamente desligado do Sr. Humano,
ele não se deseja aos ideais, não se deseja aos jornais,
quer é sempre mais e mais e mais.
Não, a mim já me partiu o pescoço em sete sitios,
porque houve quem dissesse que confiar numa mulher é como partir o pescoço.
Hoje é mais um dia em que sou eu próprio,
Graças.
quarta-feira, agosto 15, 2007
Os gritos fazem-se mais fortes quando os damos.
Olhar duas vezes ao encontro das coisas que me fazem rir
quero só saber que tudo que deixei lá ficou.
Recalcar o passado é como tornar a pisar o meu dedo grande do pé de novo.
Quero a violência só de alguns momentos para que saiba o quanto custa
chegar até aqui,
dizer-te aquilo tudo que não vi só porque não quis ver.
É um pouco absurdo pensarmos que somos detentores de alguma certeza maior que nós próprios.
Querer vida de uma forma tão desmesurada que só magoamos tudo que nos faz pensar em bem.
Precisar do mal para no tornar mais fortes,
sermos ambiguos e apenas alcoólicos estúpidos.
Precisar de mais alguma coisa para além de nós
e saber que no fundo nós temos tudo.
Enrolar ocasiões, criar desilusões partidas,
propositadamente.
Não ir mais fazer o absurdo de não se ter
não deixar mais o que se faz para não crescer.
Estou cansado de brincar aos adultos.
quero só saber que tudo que deixei lá ficou.
Recalcar o passado é como tornar a pisar o meu dedo grande do pé de novo.
Quero a violência só de alguns momentos para que saiba o quanto custa
chegar até aqui,
dizer-te aquilo tudo que não vi só porque não quis ver.
É um pouco absurdo pensarmos que somos detentores de alguma certeza maior que nós próprios.
Querer vida de uma forma tão desmesurada que só magoamos tudo que nos faz pensar em bem.
Precisar do mal para no tornar mais fortes,
sermos ambiguos e apenas alcoólicos estúpidos.
Precisar de mais alguma coisa para além de nós
e saber que no fundo nós temos tudo.
Enrolar ocasiões, criar desilusões partidas,
propositadamente.
Não ir mais fazer o absurdo de não se ter
não deixar mais o que se faz para não crescer.
Estou cansado de brincar aos adultos.
sábado, agosto 11, 2007
A loiça caiu e partiu-se tudo.
Diz-se por aí que são muitas as armas usadas para partir tijolo.
Comprimidos, drogas, sintéticos estranhos que se colam entre alguma coisa,
não digo que seja parte da nobreza do requerente mas é algo que se desliga e se faz corpo e mente.
Vim de dizer duzentas coisas que não queria,
ser mais e menos de tudo que nunca fui e desejar-me aos brados do céu mais escuro.
Não gosto do que fui nem do que poderei ser,
estou aprender a gostar do que sou
e ser mais do que alguém é não existe nem por sermos nós próprios.
Ela foi-se embora
saiu do carro e foi-se embora.
Ainda não a voltei a ver.
Também ainda é cedo
não era suposto.
Desligue-se o mundo do mundo do mundo do mundo de nós
e vamos ser aqueles todos que vimos no outro lado.
Vamos ser perfeitos e fazer tudo como se vê na TV.
Não tem problema algum ser aluno de um ignorante,
não é mais que sermos aquilo que queremos ser,
aprendendo aquilo que queremos aprender.
Ir ao âmago da questão:
detesto esta merda!
Comprimidos, drogas, sintéticos estranhos que se colam entre alguma coisa,
não digo que seja parte da nobreza do requerente mas é algo que se desliga e se faz corpo e mente.
Vim de dizer duzentas coisas que não queria,
ser mais e menos de tudo que nunca fui e desejar-me aos brados do céu mais escuro.
Não gosto do que fui nem do que poderei ser,
estou aprender a gostar do que sou
e ser mais do que alguém é não existe nem por sermos nós próprios.
Ela foi-se embora
saiu do carro e foi-se embora.
Ainda não a voltei a ver.
Também ainda é cedo
não era suposto.
Desligue-se o mundo do mundo do mundo do mundo de nós
e vamos ser aqueles todos que vimos no outro lado.
Vamos ser perfeitos e fazer tudo como se vê na TV.
Não tem problema algum ser aluno de um ignorante,
não é mais que sermos aquilo que queremos ser,
aprendendo aquilo que queremos aprender.
Ir ao âmago da questão:
detesto esta merda!
Subscrever:
Mensagens (Atom)