Passaram os dias dos contos que embalam cada fotografia num plástico.
A película que desmonta cada peça do museu diz que esse prato sou eu,
fraco, repelente da vontade de ser o que é não o que foi na esperança de não ser o que irá dar mais partes de si ao reforço de não se querer montar a liberdade de partir duas coisas numa só e fazer com que se queira outra parte, só outra parte.
A tralha que se faz querer para se dizer o que se é,
a quantidade de coisas absurdas que nos pedem para sermos o que somos,
contar as coisas tal qual elas são,
sermos racionais e igauis ao que fomos no dia perfeito
e desejar a perfeição de não desejar coisa nenhuma.
Caramba que me partes em algum que me viu.
Caramba, não me partes se foi ele que fugiu.
As histórias estão bem mais partidas porque se contam de outra maneira.
Temos medo, sim temos medo, porque é novo diferente e desconhecido.
Não há pontuação na pontuanção de se querer.
Bom.
sábado, agosto 08, 2009
domingo, agosto 02, 2009
quarta-feira, julho 22, 2009
Vou dentro de um vaivem.
Não sei. Não sei qual foi a vez em que disse que não era eu.
Não me lembro quando parti para saber o que era, o que estava lá.
Realmente só não sei, não sei.
Perder o afinco de ser estrada no partido de outrora é o relevo que me parte as mãos por ser eu.
Não nesta, não nesta estrada.
Eu um dia vou juntar, eu um dia vou parar, eu um dia vou parar de errar.
Vês. Abres os olhos e vês. E se não visses?
Os elásticos são presas fáceis, retráteis?
Não entendo o que se faz quando se abre a parte de fora de um interior.
Já volto. Cá volto.
Não me lembro quando parti para saber o que era, o que estava lá.
Realmente só não sei, não sei.
Perder o afinco de ser estrada no partido de outrora é o relevo que me parte as mãos por ser eu.
Não nesta, não nesta estrada.
Eu um dia vou juntar, eu um dia vou parar, eu um dia vou parar de errar.
Vês. Abres os olhos e vês. E se não visses?
Os elásticos são presas fáceis, retráteis?
Não entendo o que se faz quando se abre a parte de fora de um interior.
Já volto. Cá volto.
quarta-feira, julho 15, 2009
Outra.
Não há uma memória que me lembre.
Não há um desejo que se prenda ao começo do retorno
e é inútil, o recomeçar.
Não percebo se um dia se fez este dia.
Sei que dormir me faz bem,
sinto-me melhor.
Quantas noites passei sem conseguir pregar olho?
Mas dormir faz-me bem, sinto-me melhor.
A outra, sim, a outra parte de mim,
que nunca se sente assim,
solta, do que é mau e o bom
que se vai, prender, prender, soltar à presa.
Entupi as veias, não soube o que fazer.
Mas o mal vai-se, esvai-se nas veias do preço.
Não há um desejo que se prenda ao começo do retorno
e é inútil, o recomeçar.
Não percebo se um dia se fez este dia.
Sei que dormir me faz bem,
sinto-me melhor.
Quantas noites passei sem conseguir pregar olho?
Mas dormir faz-me bem, sinto-me melhor.
A outra, sim, a outra parte de mim,
que nunca se sente assim,
solta, do que é mau e o bom
que se vai, prender, prender, soltar à presa.
Entupi as veias, não soube o que fazer.
Mas o mal vai-se, esvai-se nas veias do preço.
quarta-feira, junho 24, 2009
Listen to me.
Those fucking bastards can't know what it is, to be like this.
Those fucking strange fuckers should take good care.
They're going to get hurt.
Those fucking strange fuckers should take good care.
They're going to get hurt.
segunda-feira, junho 22, 2009
Ouve.
Houve uma altura em que gostar era mais que odiar o que se quer.
Houve uma altura em que perder era mais do que o que se podia ter.
Ouve, o que houve é apenas o que se soube deixar enrodilhar
na presença do desejo pobre que se deixou na rua,
do pretexto sublime de se querer tocar tuba,
toda a noite, sem parar.
Não te vou fazer nenhum desenho acerca disto que se abateu,
mas procurar é demais no cansaço de tudo admirar.
Ele trata-a como se tratasse de mim
se não fizesse o desfazer de dúvidas desejava o que em mim se vem.
Perdi o desejo do requerer.
Mas um dia, ouve.
Houve uma altura em que perder era mais do que o que se podia ter.
Ouve, o que houve é apenas o que se soube deixar enrodilhar
na presença do desejo pobre que se deixou na rua,
do pretexto sublime de se querer tocar tuba,
toda a noite, sem parar.
Não te vou fazer nenhum desenho acerca disto que se abateu,
mas procurar é demais no cansaço de tudo admirar.
Ele trata-a como se tratasse de mim
se não fizesse o desfazer de dúvidas desejava o que em mim se vem.
Perdi o desejo do requerer.
Mas um dia, ouve.
domingo, junho 21, 2009
Não.
Não sei escrever, falar, dizer, pensar,
agora os dias são menos de mais e dormir é o que menos demais se quer.
Não sei dizer, escrever, dormir pensar, calar o que demais se dá no perto longe de ouvir dizer.
Não me parto em dois, não durmo, só.
Retrata-se o oh de outros dois se querer mais do que o que se faz hoje e amanhã e ontem se quis.
É fácil, sim, fácil, partir e voltar quando não tem que se levar a memória atrás.
tenho medo do alemão da doença, do parto e da nascença e o medo nunca se partiu em dois e se fez mais que nós os dois.
Nunca mas nunca me olhes, nunca mais me olhes se te falta o louvor se seres só tu.
agora os dias são menos de mais e dormir é o que menos demais se quer.
Não sei dizer, escrever, dormir pensar, calar o que demais se dá no perto longe de ouvir dizer.
Não me parto em dois, não durmo, só.
Retrata-se o oh de outros dois se querer mais do que o que se faz hoje e amanhã e ontem se quis.
É fácil, sim, fácil, partir e voltar quando não tem que se levar a memória atrás.
tenho medo do alemão da doença, do parto e da nascença e o medo nunca se partiu em dois e se fez mais que nós os dois.
Nunca mas nunca me olhes, nunca mais me olhes se te falta o louvor se seres só tu.
sexta-feira, maio 01, 2009
jbhivgcutdrytfyguhkkjn.
Uma, duas palvaras de retorno à revolta de me refazer.
É um exercício de maturidade, crescer.
Porra, ora foda-se para a vida e o seu correr.
Desejas tudo o que passa mesmo o que queres saber querer.
Não brinques duas vezes porque à quadragésima fica irreversível,
o espaço do permanente dado fica incorruptível.
Não vás nem fiques se não é para ser o que queres fazer.
Porra lá para o ensejo de ser desejo de realejo podre. Podre.
É um exercício de maturidade, crescer.
Porra, ora foda-se para a vida e o seu correr.
Desejas tudo o que passa mesmo o que queres saber querer.
Não brinques duas vezes porque à quadragésima fica irreversível,
o espaço do permanente dado fica incorruptível.
Não vás nem fiques se não é para ser o que queres fazer.
Porra lá para o ensejo de ser desejo de realejo podre. Podre.
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